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Pesquisador explica a universitários o uso das geociências pelo IGTEC

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Lincoln Carvalho: \"IGTEC é o guardião dos documentos sobre a evolução territorial de Minas Gerais\"

25/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

Estudantes da Universidade Federal de Viçosa acompanharam palestra feita por engenheiro da autarquia

Um público de 40 estudantes do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), acompanhou, na sexta-feira (21/11) a palestra “O uso das Geociências pelo IGTEC”, proferida pelo pesquisador Lincoln Diniz Carvalho. Durante aproximadamente uma hora, os alunos do 8º período conheceram o trabalho realizado pelo Instituto de Geoinformação e Tecnologia dentro da Administração Pública Estadual e constataram a importância do trabalho do profissional de engenharia para a execução das atividades da entidade. A apresentação fez parte da programação que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Superintendência em Belo Horizonte, preparou para a visita técnica dos universitários.

Lincoln Carvalho iniciou sua explanação explicando as mudanças ocorridas com a reforma administrativa no Executivo mineiro em 2013 que, entrou outras ações, promoveu a fusão do Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) e do Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), dando origem ao IGTEC.  O engenheiro agrimensor, mestre em Ciências Geodésicas, fez questão de ressaltar as atribuições legais da autarquia, sendo a de maior destaque as atividades desenvolvidas pelo Setor de Limites. “O IGTEC é o guardião dos documentos sobre a evolução territorial de Minas Gerais. Assim, prestamos um atendimento sistemático a órgãos que necessitam dessas informações, como o próprio Incra, além do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral)”, disse.

Para exemplificar as mudanças que um território sofre ao longo dos anos, o pesquisador fez referência ao município de Viçosa, surgido em 1911, cuja origem está em Ubá, que foi emancipado de Visconde do Rio Branco. Esse município, por sua vez, teve origem em Rio Pomba, desmembrado de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais. “O estudante está sempre em busca de novidades. Então, dentro da nossa responsabilidade, que entre outras está a preservação de documentos sobre a evolução territorial de Minas Gerais, a palestra tem esse caráter de informar com quais tecnologias lidamos hoje para preservar esses documentos e executar nossas atividades, já que sempre precisamos recorrer a esses registros históricos para resolver, por exemplo, dúvidas sobre os limites intermunicipais”, observou.

Foi exatamente esse esclarecimento sobre as competências do IGTEC que chamou a atenção dos estudantes. Os colegas Solimar Tomazine Bottecchia e João Vítor Fiorio comentaram que, anteriormente, eles acreditavam que a atribuição da definição dos limites cabia ao IBGE. “Para mim foi importante porque, além de conhecer sobre o órgão do Estado, eu percebi que o mercado de trabalho também tem mais essa possibilidade”, comentou Solimar. Já a acadêmica Maria Eduarda Almeida Reis, que se diz uma amante dos assuntos envolvendo cartografia, ressaltou a importância “de se ver na prática o que estão aprendendo em sala de aula”. “Quero saber como faço para estagiar no IGTEC”, brincou.

Os alunos passaram todo o dia no auditório do Incra, onde acompanharam outras palestras sobre as ações da reforma agrária, cadastramento rural , ordenamento fundiário, entre outros. O objetivo da visita é levar conhecimentos técnicos aos estudantes. A iniciativa foi do professor de Cadastro Técnico Municipal e Rural, Joel Gripp Júnior. O analista em desenvolvimento e reforma agrária do Incra,  engenheiro agrimensor Marcelo Cunha, também  elogiou a apresentação, afirmando que ficou claro para todos o papel do IGTEC dentro do tema Cartografia no Estado. 

Profissionais do IGTEC recebem estudantes de Engenharia de Agrimensura durante visita técnica

Uso de óculos especial 3D permit ver a estereoscopia nos modelos de fotografias aéreas

Uso de óculos especial 3D permit ver a estereoscopia nos modelos de fotografias aéreas

20/11/2014  - Foto: Ascom IGTEC

Grupo viu como são aplicados os conceitos aprendidos na faculdade, conheceu melhor a instituição e ouviu opinião sobre o mercado de trabalho

Sensoriamento Remoto e Aerofotogrametria aplicados ao trabalho feito no Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC). Com esse intuito, um grupo de estudantes de Engenharia de Agrimensura da Faculdade de Engenharia de Minas Gerais (Feamig) participou de uma visita técnica ao órgão do Estado, no dia seis de novembro. Durante as conversas com os profissionais da instituição, os alunos do 6º período verificaram como as tecnologias são utilizadas no dia a dia, esclareceram dúvidas e também ouviram a opinião sobre o mercado de trabalho.

Há seis meses no Setor de Limites do IGTEC, tendo antes passado pelo Setor de Fotogrametria como bolsista de Iniciação Científica da Fapemig, a aluna Kelly Dayse de Sousa Fonseca afirma que o “ganho foi duplo”. “Ganhei tanto para a disciplina e também conheci mais sobre o local onde trabalho. Foi uma oportunidade de compreender como funciona a Infraestrutura Estadual de Dados Espaciais (IEDE), navegar pelo Geoportal MG3D e conhecer melhor o projeto de mapeamento da RMBH em escala 1:10.000”, comenta. Para ela, ficou claro como a utilização da aerofotogrametria auxilia o Setor de Limites. “O uso das ortofotos é crucial quando é necessário fazer uma análise histórica de um local específico ou quando a folha da carta apresenta algum erro, quando a escala existente na folha da carta não consegue atender a precisão da demanda ou quando temos dúvidas ou erros cartográficos existentes nestas folhas”, observou. 

Sobre sensoriamento remoto, o grupo recebeu explicações do Doutor Marcelo de Ávila Chaves, pesquisador no assunto e coordenador de projetos de pesquisa. O engenheiro agrônomo, que também é professor, apresentou o conceito de sensoriamento remoto e mostrou alguns softwares com os quais trabalha e de onde é possível baixar imagens.

Já durante o bate-papo com José Fernando de Castro Bolívar, responsável pela avaliação de todo o material aerofotogramétrico que chega ao IGTEC, os acadêmicos constataram a importância do trabalho desse profissional, sobretudo na análise mais apurada dos limites intermunicipais, sempre que há alguma dúvida em relação às linhas seccionais.  O grupo também pode visualizar na tela do computador, com o uso de óculos especial 3D, a estereoscopia nos modelos de fotografias aéreas, o que resulta em produtos ortorretificados. “As aerofotos ainda são uma ferramenta com qualidade superior às outras técnicas quando temos situações que exigem elevada precisão e acurácia”, disse Bolívar.

Por fim, a diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial, Aliane Baeta, falou sobre o trabalho institucional do IGTEC, reforçando para os estudantes as atribuições legais do instituto. Conforme sua visão, em relação ao trabalho do agrimensor, o que deve ser priorizado é a preocupação com a qualidade  posicional do produto, acrescentada à qualidade da resolução original da imagem. “O agrimensor é responsável pela qualidade posicional do produto de sensoriamento remoto, tendo como função fornecer os dados de acurácia posicional dos mesmos, buscando ajustá-los à verdade terrestre, utilizando as tecnologias de posicionamento mais avançadas disponíveis no mercado”, ensinou.

Para o estudante Willians Fernandes, foi uma grande contribuição o tempo que os profissionais do IGTEC se dedicaram a esclarecer dúvidas e repassar o conhecimento que têm. “Foi bem proveitosa nossa visita técnica, não imaginava que conseguiríamos trabalhar com tanta precisão. Ficou claro para mim também que infelizmente muitos se preocupam só com a nitidez das imagens, mas temos que ser honestos e enfatizar o posicional, se a imagem está ou não na acurácia desejada”, afirmou.

Trabalho do IGTEC contribui para ampliação do Programa Minas Comunica II

Até o fim do ano, 346 distritos mineiros terão acesso à rede de telefonia móvel

Até o fim do ano, 346 distritos mineiros terão acesso à rede de telefonia móvel

14/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

A criação de distritos, atribuição exclusiva do instituto, possibilita aos moradores dessas localidades receberem sinal de telefonia celular

O sinal de telefonia celular já chegou a 175 distritos de Minas Gerais e, até o final do ano, a previsão é que outros 171 contarão com o serviço, graças ao Programa Minas Comunica II. O Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) contribui com o projeto ao elaborar o estudo técnico para a criação dos distritos, atribuição exclusiva da entidade no Estado, estabelecida em lei.  Esses 346 distritos, distribuídos em todas as regiões mineiras, representam 50% das localidades que serão beneficiadas pelo Governo de Minas.

O projeto vai contemplar, no total, 692 distritos e tem conclusão prevista para março de 2016, dois anos após a assinatura do termo de compromisso com a Vivo/Telefônica, abrangendo cerca de 1,17 milhões de pessoas. Coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), com apoio da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), o programa tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e promover o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Segundo a diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial do IGTEC, Aliane Motta Baeta, o Minas Comunica II utilizou os dados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Naquela época, as sedes distritais – chamadas de vilas – foram recenseadas como áreas urbanas, já se tendo, assim, os dados da população que demanda sinal de telefonia móvel.  Aliane explica que, após o censo, Minas Gerais criou mais 41 distritos. Assim, o IGTEC informou à Governança Eletrônica da Seplag os distritos que foram sendo criado paralelamente à vigência do programa Minas Comunica II, para que essas vilas recém-criadas também pudessem compor a listagem dos distritos contemplados pelo programa”, afirma.

Incrementos na economia e nos serviços

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, destaca que o acesso à telefonia móvel beneficia diretamente quem mora ou trabalha nos distritos. “Saúde e segurança ganham em acessibilidade. Serviços públicos do Governo de Minas, disponíveis por meio o 155 e pela internet, por exemplo, também ficam mais acessíveis, e o sinal representa ainda mais oportunidade de renda para os distritos”, afirma a secretária.

Milho Verde, distrito de Serro, na região do Alto Jequitinhonha, foi uma das localidades que receberam sinal de telefonia móvel 3G nesta etapa do projeto. Com pouco mais de mil habitantes, o local é conhecido pelas belezas naturais e históricas, tendo como principal atividade o turismo. Para o proprietário de um restaurante tradicional do distrito, Sérgio Luiz Nepomuceno, toda forma de comunicação é bem-vinda. “Com a chegada da telefonia móvel em Milho Verde, as relações com clientes e fornecedores foi facilitada”, ressalta ele.

Os investimentos previstos somam R$ 112,43 milhões, uma economia de 18,76% se comparado ao valor de referência fixado em R$ 138,4 milhões. Os recursos são aplicados por meio de concessão de Crédito Outorgado de ICMS, vinculados à instalação de estações de rádio base (ERBs) de suporte ao Serviço Móvel Pessoal e ao funcionamento. O programa não atinge as comunidades ou aglomerados não elevados à categoria de distrito.

Na segunda etapa do Minas Comunica, além de estender o serviço para os distritos, a operadora Vivo oferece tecnologia mínima 3G (padrão UMTS). A transmissão de dados tem capacidade de suportar velocidade de, no mínimo, 1 (um) Mbps, em condições normais de operação. A oferta de mobilidade e roaming também é obrigatória, em conformidade com as regras da Anatel e a operadora deverá oferecer planos pré e pós-pagos. Marilândia, distrito de Itapecerica, que fica na região Centro-Oeste de Minas, foi o primeiro a receber o sinal por meio do Minas Comunica II.

Parceria com as prefeituras

Antes da implantação, a empresa responsável pelo serviço, Vivo/Telefonica, protocola o atendimento em cada prefeitura a ser beneficiada, estabelecendo uma parceria para a execução dos serviços.  “Após a instalação dos equipamentos, é iniciado o processo de certificação das antenas pelo Governo de Minas”, afirma o diretor da Superintendência Central de Governança Eletrônica (SCGE), da Seplag, Rodrigo Diniz. Ele explica que o serviço é certificado por técnicos e engenheiros do Departamento de Telecomunicações (Detel), Rede Minas e Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab Minas).

Minas Comunica I

Em abril de 2007, foi lançada a primeira edição do programa que beneficiou diretamente cerca de 2,5 milhões de pessoas em 412 sedes de municípios que, até então, não contavam com o serviço de telefonia celular e transmissão de dados. Em agosto de 2008, o programa já tinha cumprido a meta e oferecido sinal de telefonia celular para 100% das cidades mineiras.

Comissão de Ética do IGTEC promove encontro para servidor refletir sobre atitudes no trabalho

Evento foi uma das ações programadas pela Comissão de Ética em 2014

Evento foi uma das ações programadas pela Comissão de Ética em 2014

10/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

Conceito de ética e sua aplicação no serviço público foram tema de palestra

Um momento de pausa na rotina de trabalho para integração e reflexão sobre a conduta no ambiente profissional. Assim foi o “Café com Ética”, evento organizado pela Comissão de Ética do IGTEC, com o apoio da direção geral, ocorrido no dia 16 de outubro, na Cidade Administrativa.  A secretária-executiva do Conselho de Ética Pública do Estado de Minas Gerais (Conset), Iara Vieira Veloso Pinheiro, foi convidada para conduzir a palestra “Ética no Serviço Público”, na qual discorreu sobre os conceitos de ética e moral, pontuou valores e princípios do ser humano, fez referência à legislação sobre o assunto e chamou a atenção para as sanções às quais o servidor público está sujeito, como advertência e censura.

Para Iara Pinheiro, entre os princípios e valores éticos, a integridade merece destaque porque, ao se dedicar de forma “inteira” no trabalho, o servidor se esforça fazer o melhor que pode. “A pessoa íntegra age de forma equilibrada e coloca-se inteiramente no que faz”, diz a secretária-executiva, que reforça seu pensamento valendo-se de uma frase do psiquiatra Carl Gustav Jung: “Não é a perfeição que eu espero de você, mas a totalidade”.

Especificamente sobre a conduta ética do servidor público, Iara Pinheiro sugere como exercício diário a autovigilância e a consciência de que a ética no serviço público é diferente da ética na vida privada. Para ela, todo agente público, de qualquer nível, recebe algum poder. “Esse poder não é pessoal, é institucional e exclusivo para realizar o serviço público. Tem o significado de dever”, enfatiza.

O diretor de Planejamento, Gestão e Finanças do IGTEC, Alexandre Moreira Vertelo, ressalta a importância de eventos que promovam a integração dos funcionários e provoquem reflexões. “Especificamente em relação à palestra achei muito esclarecedora, pois contribuiu para desmitificar o papel da Comissão de Ética, além de trazer pontos importantes para pensar”, afirma.

A opinião é compartilhada por outros servidores da instituição. Segundo o auditor-seccional Euler Lôbo, por mais que as instituições pratiquem a ética, não há como ela existir sem o envolvimento das pessoas. “Cabe a cada um fazer a sua parte, exercendo a ética em toda sua plenitude, na vida privada e na vida pública, cobrando o mesmo comportamento de todos. Somente assim teremos uma sociedade mais justa”.

Já a coordenadora financeira Cláudia Rodrigues acrescenta que eventos assim se enquadram na categoria de “gestão de pessoas”, fundamental, de acordo com ela, para melhorar a qualificação profissional e a relação empresa/empregado”. “As palestras da secretária-executiva do Conset são muito claras, objetivas e fazem os funcionários refletirem para mudarem o comportamento dentro do ambiente de trabalho, sendo assim, resulta em um crescimento profissional tanto para as pessoas como para a instituição”. E para a pesquisadora Carla Pittella, da Diretoria de Pesquisa e Gestão de Tecnologias, “tão importante quanto o assunto foi a oportunidade de contribuir com o grupo e conhecer um pouco mais os colegas”.



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