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IGA e Tribunal de Contas vão compartilhar informações para fiscalização de obras públicas

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Cláudia Werneck ressaltou o aspecto de cidadania proporcionado pelo Geo-Obras

18/12/2013  - Foto: Ascom/TCE-MG

Novo sistema acompanha andamento dos projetos de engenharia mediante o georreferenciamento de dados cadastrais, fotografias e imagens de satélite

O Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) e o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) vão compartilhar informações de seus bancos de dados para a melhor fiscalização do andamento das centenas de obras públicas espalhadas pelo Estado. O termo de cooperação técnica foi assinado no dia 9 de dezembro, entre a diretora-geral do IGA, Cláudia Werneck, e o vice-presidente do TCE, conselheiro Sebastião Helvecio.

Durante a formalização do acordo, Cláudia Werneck fez uma apresentação detalhando o funcionamento do IGA e as possibilidades da nova parceria. Para ela, o TCE será o órgão que fará o maior uso das informações da autarquia. \"O Tribunal trará uma vivacidade da cidadania pela sua atuação em todo Estado e nas mais diversas áreas”, afirmou.
 
Segundo o conselheiro Sebastião Helvecio, ao trocar dados com mais uma entidade, o Tribunal de Contas conquista informações que vão colaborar para um maior planejamento das políticas públicas. “De imediato, nossas unidades técnicas saberão mais sobre localização de obras públicas, postos de saúde e transporte de alunos até as escolas”, citou o vice-presidente.

O Sistema de Acompanhamento de Obras Públicas, conhecido como Geo-Obras, é um Sistema de Informações Geográficas (SIG) que recebe e dá tratamento computacional aos dados inseridos pelos órgãos estaduais e municipais, referentes à execução físico-financeiro de obras públicas, mediante o georreferenciamento de dados cadastrais, fotografias e imagens de satélite. É uma poderosa ferramenta que permitirá ao controle externo, ao cidadão e às entidades parceiras, a consulta dos investimentos públicos em obras e serviços de engenharia, nas mais diversas regiões do Estado, através da combinação das opções de filtros disponíveis no sistema.

Para aumentar a interação, foi criado também o Portal Geo-Obras, onde o público poderá enviar questões técnicas e esclarecer dúvidas sobre os dados do sistema.

IGA apresenta projeto de transporte escolar no 30º Congresso da Associação Mineira de Municípios

A ideia do projeto também é oferecer aos alunos rotas mais curtas e com mais segurança

A ideia do projeto também é oferecer aos alunos rotas mais curtas e com mais segurança

08/05/2013  - Foto: Ascom/SEE

Sistema acessível pela internet vai facilitar a definição das rotas usadas nos deslocamentos dos alunos da rede pública

O trabalho e a contribuição do Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) em um projeto que fará o diagnóstico do transporte escolar na área rural de Minas Gerais foram apresentados pela diretora-geral da entidade, Cláudia Werneck, no dia 7 de maio, durante o 30º Congresso da Associação Mineira de Municípios (AMM), realizado no Expominas, em Belo Horizonte. O estudo, coordenado pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem como parceiros o IGA e a Secretaria de Estado de Educação (SEE) e será uma ferramenta de gestão para auxiliar as prefeituras na definição de rotas entre as residências dos alunos até as escolas.

Por meio desse diagnóstico, os pesquisadores vão obter a localização georreferenciada de cada um dos estudantes da rede pública, de suas escolas e, assim, determinar por onde será feito o deslocamento. Esses dados ficarão disponíveis em um sistema digital, o Sistema de Informações Geográficas (SIG), que vai ajudar prefeitos a conhecer melhor a realidade do transporte escolar em suas regiões e orientar a SEE sobre quais são os investimentos necessários para otimizar rotas, quais os veículos mais adaptados a cada região e sobre o cálculo de custeio mais adequado para cada município.

Para identificar a localização dos alunos, dos estabelecimentos de ensino e das estradas disponíveis para o transporte escolar, o sistema utiliza a base cartográfica do IGA, mas também será necessário fazer visitas a todos os municípios para identificar os traçados. Inicialmente, o estudo abrange 250 municípios que servirão de modelo para a implantação do sistema em todo o Estado.

A partir do sistema será possível atuar em três frentes no intuito de melhorar o transporte escolar em Minas. A primeira é a otimização das rotas, uma vez que, conhecendo melhor os caminhos será possível determinar se o percurso utilizado é, de fato, o mais adequado para cada região. Será possível, também, definir o custo por aluno conforme a realidade de cada município. O terceiro ponto diz respeito à frota, determinando os veículos mais apropriados para os trajetos.

Finalizado o projeto, todos os dados ficarão disponibilizados como produto em um site público, acessível pela internet. Esse site contém imagens em 3D de Minas Gerais disponíveis no software Google Earth Enterprise. A partir desse sistema, cada prefeito poderá acessar o chamado Geoportal MG3D, desenvolvido pelo IGA, com seu login e senha e, junto com os gestores municipais e os prestadores de serviços, fazer o estudo dos trechos.

Segundo Cláudia Werneck, a informação espacial é decisiva na tomada de decisões de forma mais eficiente e já faz parte da moderna administração pública de Minas Gerais. “O IGA faz a auditoria dos dados cartográficos. Nesse processo que estamos começando agora, quando recebermos das prefeituras uma informação específica vamos analisar os dados, de acordo com critérios técnicos. Uma vez auditadas, essas informações se transformam num dado oficial a ser disponibilizado para as instituições públicas. Além disso, existe também um geocodificador, que é um sistema que transforma um endereço em um pontinho no mapa. Por fim, associamos todas essas informações que serão visualizadas no Geoportal”, explica a diretora-geral do IGA.

Credenciamento

Durante o congresso da AMM, os prefeitos ou seus representantes puderam se credenciar e receber o login e senha para já acessar o site: www.educacao.mg.gov.br/transporteescolar.

IGA participa de projeto para estudo das rotas de transporte escolar nas áreas rurais de MG

Visualização 3D do sistema: desafio é identificar os trechos considerados particulares

Visualização 3D do sistema: desafio é identificar os trechos considerados particulares

03/05/2013  - Foto: Ascom/SEE

Base cartográfica dos 853 municípios será usada para identificar a localização dos alunos, das escolas e dos trechos rodoviários

O Instituto de Geociências Aplicadas (IGA), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (SEE) e a Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), participa de um projeto para estudo e identificação das rotas de transporte escolar nas áreas rurais de Minas Gerais. Logo que for concluído o trabalho inédito no país, o Estado terá, entre outras ferramentas, um Sistema de Informações Geográficas (SIG) com a localização georreferenciada das escolas e de cada um dos alunos da rede pública, com a rota estabelecida para o deslocamento dos estudantes, o que vai garantir amplo acesso de todas as crianças e adolescentes do meio rural aos estabelecimentos de ensino.

Inicialmente, o estudo abrange 250 municípios que servirão de modelo para a implantação do sistema em todo o Estado. Com a base cartográfica que o IGA já dispõe de todo o território mineiro, serão associadas as informações de cada uma das escolas e de seus respectivos alunos. Outro banco de dados importante neste projeto é o de cadastro das rodovias federais, estaduais e municipais a serem utilizadas nas rotinas do transporte escolar.

Quando finalizado, o projeto, viabilizado por meio de um convênio com a Fundação Christiano Ottoni, vai gerar como produto um site público, acessível pela internet, que contém imagens em 3D de Minas Gerais disponíveis no software Google Earth Enterprise.  Assim, cada prefeito poderá acessar o chamado Geoportal MG3D com seu login e senha e, junto com os gestores municipais e os prestadores de serviços, fazer o estudo dos trechos para a definição da melhor rota a ser percorrida naquele município.

A diretora geral do IGA, Cláudia Werneck, aponta que o principal desafio é fazer o levantamento, georreferenciado, dos trechos rodoviários necessários para levar todos os alunos residentes na área rural até as escolas onde estão matriculados e retornar ao final do período. Esses trechos só estão sistematizados para as BRs e as MGs, sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), respectivamente.

 Os demais trechos são constituídos por dois tipos: o Sistema Rodoviário Municipal (SRM), mantido pelas prefeituras, e os particulares (não públicos) que dão acesso a fazendas, assentamentos e outros locais de moradia de alunos. “Vamos contar com o DER que está identificando os SRMs, a partir das informações que os municípios homologam junto a sua instituição, além das próprias prefeituras. O IGA também está complementando os trechos que não são públicos, mas que farão parte da malha necessária que ainda estiver faltando”, explica Cláudia Werneck.

Depois de levantados os trechos, esses percursos serão transformados em uma malha, topologicamente conectada. “Isto significa que cada trecho deve estar cortado em todas as possibilidades de escolha de uma rota. É sobre essa malha que será aplicada a metodologia para determinação das rotas a ser elaborada pelo Departamento de Transportes da Escola de Engenharia da UFMG”, completa a diretora do IGA.

Análise espacial

Segundo o professor da UFMG Marcelo Franco Porto, subcoordenador do projeto, este é o estudo mais abrangente sobre transporte escolar feito no país e poderá ser implantado em todo o Brasil. Ele afirma que, muitas vezes, o estabelecimento das rotas é feito de forma intuitiva entre a prefeitura e os prestadores de serviços. “Todo este trabalho é baseado na análise espacial, basicamente a informação de onde o aluno está e onde está localizada a escola. Hoje, não existe um sistema que permita a associação dessas informações de forma conjunta e que sejam visualizadas em uma base cartográfica atualizada”, comenta o professor.

Para ele, este trabalho de parceria entre a Escola de Engenharia, o IGA e a SEE poderá ser usado de forma perene e consiste num excelente sistema de gestão. “Como a plataforma vai ficar no IGA, será possível, de tempos em tempos, fazermos a atualização no sistema e propor novas rotas, tendo em vista que a cada ano entram e saem alunos da rede pública. O importante é que as bases cartográficas já vão estar prontas, assim como a metodologia para especificar as rotas”, diz. 

A secretária de Educação, Ana Lúcia Gazzola, acredita que 100% dos municípios mineiros vão aderir ao projeto, já que o sistema georreferenciado será um “instrumento espetacular” no auxílio das prefeituras. Ela também ressaltou a alta qualidade técnica do IGA, ao justificar a permanência dos dados gerados no projeto dentro da instituição. “Governos passam, mas o IGA continua. É importante que um projeto como este se enraíze”, destaca.

IGA faz pregão eletrônico para mapear Região Metropolitana de Belo Horizonte

Empresa vencedora fará a ortorretificação das aerofotos e o Modelo Digital de Superfície

 O Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) realizou nesta quarta-feira, dia 17 de abril, o pregão eletrônico para registro de preços, referente à prestação de serviços de engenharia cartográfica e apoio de campo em área de 15.000 km² que abrange a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e o Colar Metropolitano, incluindo o município de Cachoeira da Prata. Como resultado, a região terá o mapeamento em escala 1:10.000. Será a primeira vez que municípios como Capim Branco, Ibirité e Sete Lagoas vão contar com um mapeamento nessa escala.

O pregão eletrônico foi aberto às 9h e teve como mediador o diretor de Planejamento, Gestão e Finanças da entidade, Adilson Meireles Pacheco, acompanhado pelo pregoeiro suplente, Antônio Carlos da Costa Marinho. As oito empresas participantes enviaram seus lances e todo o processo foi aberto ao público em geral, através do Portal de Compras do governo mineiro (www.compras.mg.gov.br). As propostas dos licitantes foram previamente encaminhadas para o referido portal, com apresentação do preço unitário – por km² - e preço global - 15.000 km².

O edital prevê que a empresa vencedora deverá apresentar Certidão do Acervo Técnico (CAT), emitida pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-MG), dos coordenadores comprovando a execução de serviços com as mesmas características e complexidade tecnológica e operacional exigidas pela licitação. Os serviços previstos são de engenharia cartográfica, apoio de campo, aerotriangulação, ortorretificação e geração do Modelo Digital de Superfície (MDS) para a produção de mapeamento básico digital. 



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