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Bolsitas de Iniciação Científica do IGTEC apresentam trabalhos em seminário

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Programa busca contribuir para a iniciação de universitários em atividades de pesquisa

30/03/2015  - Foto: Ascom/IGTEC

Cinco universitários fizeram suas pesquisas nas áreas de geoprocessamento, mapeamento, geografia e desenvolvimento sustentável

Meses de pesquisas, aprendizados e aplicação de conhecimentos teóricos foram compartilhados pelos bolsistas do Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) durante o II Seminário PIBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica), ocorrido no dia 25 de março na Cidade Administrativa. Sob o olhar atento dos colegas do instituto, os cinco universitários inseridos no programa, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), apresentaram trabalhos nas áreas de geoprocessamento, mapeamento, geografia e desenvolvimento sustentável.

O primeiro a falar, o estudante de Engenharia Ambiental Philippe Araújo, fez um estudo de caso da bacia do reservatório da usina de Volta Grande para avaliar as técnicas automatizadas de processamento digital de imagens, com o objetivo de detectar as mudanças de uso do solo e cobertura vegetal. Para Philippe, o período em que esteve dedicado à pesquisa possibilitou o aprendizado de técnicas de geoprocessamento avançadas, de interpretação das imagens de satélite através do sensoriamento remoto e de como o uso dessas imagens são importantes para a percepção ambiental da evolução das paisagens. “O IGTEC possibilitou o contato com profissionais de outras áreas, que me ajudaram a ter uma visão complementar dos serviços desenvolvidos pelo instituto e também sobre minha própria formação”, concluiu o estudante.

Assim como Philippe, o universitário Hernadez Souza Soares foi orientado pelo engenheiro agrônomo Marcelo de Ávila Chaves, pesquisador do IGTEC. Hernandez também conduziu sua pesquisa tendo em vista a revitalização de um trecho do Rio São Francisco com o emprego de técnicas de geoprocessamento aplicadas na área de engenharia ambiental. “O IGTEC contribuiu para minha formação profissional me cedendo apoio estrutural e um grande acervo para ser consultado, além de me proporcionar um contato, constantemente, com uma equipe multidisciplinar. Esse projeto serviu também para eu rever a minha parte organizacional, comportamental e me auxiliou na busca inesgotável pelo conhecimento através das pesquisas”, elencou o bolsista.

Considerado o autor do melhor trabalho apresentado, o estudante do curso de Geografia Gabriel Luís Nogueira de Oliveira, orientado pelo também geógrafo e pesquisador do IGTEC, Marcos Antônio Nunes, fez uma proposta metodológica para identificação de vilas e povoados mineiros localizados próximos das sedes municipais de outros municípios vizinhos. Na prática, quem vive nessas localidades acaba utilizando uma rede de serviços, como saúde e educação, do município vizinho por causa da proximidade, mas que gera custos para a prefeitura. “Durante a pesquisa eu fiz uma revisão da parte teórica, em relação ao que já foi produzido pela geografia, e no campo metodológico, entrei em contato com diversas ferramentas e tipos de análises que até então eu sabia muito superficialmente”, comentou Gabriel sobre o conhecimento adquirido durante os seis meses como bolsista.

Cerrado

Inseridas no projeto de Implantação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Sustentável do Cerrado, sob coordenação do pesquisador do IGTEC Fernando Antônio Madeira, as estudantes Gislaine Gomes de Matos e Gabriela Ferreira Amaral mostraram, nas apresentações individuais, como o Centro tem colaborado para a catalogação de plantas e frutos desse bioma e como a população tem conseguido uma melhoria de vida com a aplicação de métodos obtidos em cursos e seminários.

PIBIC

O PIBIC tem como objetivo contribuir para a iniciação de estudantes de graduação em atividades de pesquisa, realizadas em instituições de pesquisa, através da concessão de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica, vinculadas a projetos de pesquisa financiados pela Fapemig.

Conselho de Administração do IGTEC aprova prestação de contas referente a 2014

Modelo de imagem obtida com o recente mapeamento da RMBH. Na foto, detalhe em Brumadinho

Modelo de imagem obtida com o recente mapeamento da RMBH. Na foto, detalhe em Brumadinho

27/03/2015  - Foto: Ascom/IGTEC

Os novos conselheiros do CAD foram empossados durante a reunião

Reunidos no dia 26 de março na Cidade Administrativa, os integrantes do Conselho de Administração do Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) avaliaram a prestação de contas referente ao ano de 2014 e aprovaram o documento, sugerindo algumas alterações. Os conselheiros também autorizaram a doação de material ocioso e inservível da instituição para outros órgãos da Administração Pública do Estado com interveniência da Secretaria de Estado de Planejamento, Gestão e Finanças (Seplag). Na ocasião, a secretária-executiva do CAD, diretora-geral do IGTEC Cláudia Werneck, deu posse aos novos conselheiros e aos suplentes. 

Ao abrir os trabalhos, ela explicou quais foram os critérios para escolha das instituições que hoje integram o CAD. “Quando foi criado o IGTEC -Lei nº 21.081, de 27 de dezembro de 2013 - houve ideia de se fazer uma revisão dos conselheiros que eram do IGA (Instituto de Geociências Aplicadas) e do Cetec (Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais), e fizemos uma análise do papel dessas instituições e o que elas representam nos propósitos do IGTEC”, comentou.

Assim, o CAD do IGTEC tem a representação dos seguintes órgãos e entidades: Secretarias de Estado da Fazenda (SEF); Planejamento, Gestão e Finanças (Seplag); Casa Civil e de Relações Institucionais (Seccri); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig); Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg); Fórum de Dirigentes de Instituições Públicas de Ensino Superior de Minas Gerais (Foripes); além do próprio IGTEC. A secretária-executiva fez questão de ressaltar a importância de cada uma das instituições na composição do CAD e destacou a participação da Fapemig que tem sido “o grande motor do progresso do IGTEC” por causa dos projetos financiados e pela formação profissional dos servidores por meio dos cursos de capacitação.

Ano de vitórias

Cláudia Werneck aproveitou a reunião para lembrar aos conselheiros da missão institucional da autarquia, responsável pela gestão das informações espaciais e territoriais de Minas Gerais, e citou as competências das duas diretorias técnicas, a de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial e a de Pesquisa e Gestão de Tecnologias.

Para a diretora-geral, 2014 foi “um ano de muitas vitórias para o IGTEC”. Um dos motivos de comemoração é a finalização do trabalho de mapeamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do Colar Metropolitano, envolvendo 55 municípios e seguindo os parâmetros estabelecidos pelo Conselho de Coordenação Cartográfica (Concar). Por meio do Convênio 009/2012 firmado entre o IGTEC e a Agência da Região Metropolitana de Belo Horizonte já estão disponíveis as ortofotos em escala 1:10.000 e seus respectivos Modelos Digitais de Superfície (MDS) para a porção sul da RMBH, totalizando uma área de 4.817,83 km2 .

“Pode parecer algo trivial porque quem usa o mapeamento muitas vezes nem se questiona o que foi feito para chegar àquele resultado. Mas para quem se preocupa com a questão sabe que a gente não tinha o mapeamento da Região Metropolitana, um mapeamento sistemático, que é algo complexo. O que foi feito aqui tem um padrão de exatidão cartográfica, por isso, é uma conquista!”, celebra a diretora.

O secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Vinícius Barros Rezende, compareceu à reunião substituindo o presidente do CAD, secretário Miguel Corrêa Júnior. Ele exaltou a importância dos trabalhos desenvolvidos pelo IGTEC e apontou o compromisso da Sectes em fazer uma melhor articulação entre as vinculadas. “A nossa ideia é proporcionar uma interligação entre as instituições que compõem o sistema de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, pensando o IGTEC de fato como celeiro de informações espaciais e produtor de mapas. Esse tipo de demanda o IGTEC pode atender não só a secretaria, mas certamente todo o Estado”, disse.

Os representantes do CAD presentes na reunião foram: Mariah Brochado Ferreira (Seccri); Grécia Mara Borges da Silva (Seplag); Silvestre Dias acompanhado do suplente Dênis Robinson de Amorim Paixão (SEF); Flávia de Matos Coelho, suplente pela Fapemig; José Policarpo Abreu (Fiemg); Marcelo de Ávila Chaves e Fernando Antônio Madeira, acompanhados do suplente Lincoln Diniz Carvalho (IGTEC). Participaram ainda o auditor-seccional do instituto Euler Vignoli Lôbo, a procuradora-chefe Elaine do Carmo Luiz junto da assessora jurídica Andreia Silva Anuzi; a diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial Aliane Motta Baeta, a diretora de Planejamento e Gestão Ana Rosa Vespúcio;  a contadora Andresa Cristina Oliveira; a chefe de gabinete Rejane Maria Guimarães e a assessora do Gabinete Isabel Cristina Silva.

 

Assuntos de interesse do município de Ressaquinha são tratados em reunião no IGTEC

A diretora Aliane Baeta explicou as leis do ordenamento territorial

A diretora Aliane Baeta explicou as leis do ordenamento territorial

11/03/2015  - Foto: Ascom/IGTEC

Vereadores esclareceram dúvidas sobre temas relacionados ao ordenamento territorial e à criação de distritos

Representantes do município de Ressaquinha, na Região Central de Minas Gerais, estiveram na tarde dessa terça-feira (10/03) no Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) para conhecer mais detalhadamente o trabalho da autarquia e verificar a correção da área do município, feita após estudo técnico conduzido pelo instituto.

O presidente da Câmara Municipal de Ressaquinha, vereador Geraldo Sérgio Alvim, e o vereador Marcos Vinícius de Moura, acompanhados do assessor parlamentar Fred Silvério de Oliveira, foram recebidos pela diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial, Aliane Baeta, que com o auxilio do engenheiro agrimensor Carlos Luciano dos Santos, do Setor de Limites do IGTEC, esclareceu dúvidas dos visitantes em três questões principais.

A primeira delas diz respeito ao ajuste da linha divisória de Ressaquinha com o município de Carandaí, o que acarretou uma correção das áreas dos dois municípios. A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado em dezembro de 2014. 

A comitiva também demonstrou interesse em criar o distrito de Peixoto, já que o aglomerado rural se expandiu nos últimos anos e já atende às exigências da Lei Complementar Estadual 37, de 18/01/95. A lei estabelece critérios para a elevação de um povoado à condição de distrito, entre elas a existência de, no mínimo, 200 eleitores e pelo menos 50 moradias e uma escola pública. Ressaquinha, município com cerca de 5,2 mil habitantes cuja economia se sustenta nas atividades agropecuárias, já tem outros três distritos implantados: Canjamba; Vargem do Amargoso e Simão Tamm.

A diretora Aliane Baeta explicou que, atendidos os parâmetros legais, os pesquisadores do IGTEC vão ao local para fazer o estudo técnico de criação do distrito de Peixoto. “Vale a pena o município investir para melhorar a qualidade de vida dos moradores, e sabemos que a criação de distrito vai levar mais infraestrutura para o povoado. Lembro-me que num programa governamental de asfaltamento, o Peixoto não pode ser contemplado porque ainda não é um distrito”, comentou o vereador Geraldo Alvim.

Por fim, o grupo se informou sobre o pertencimento municipal do povoado de Gerais. Eles relataram problemas rotineiros nessa comunidade, cuja parcela da população transbordou territorialmente de Ressaquinha para o município confrontante, mas continua dependente do atendimento dos serviços básicos prestados exclusivamente pelo município de Ressaquinha.

Disseminação da lei

Para Aliane Baeta, esse contato com representantes de municípios é muito importante, por ser um momento de disseminação do conhecimento sobre a legislação do Ordenamento Territorial de Minas Gerais. “Esses vereadores estão em contato direto com a população, que precisa conhecer os fatos jurídicos que determinam a realidade territorial de seu município e os impedimentos legais para alterações desejadas”, disse a diretora, referindo-se aos impedimentos constitucionais para desmembramento e anexação de área municipal, por falta de regulamentação do artigo 18 da Constituição Federal.

Como desdobramento da reunião, a equipe de vereadores solicitou ao IGTEC o envio de proposta comercial para o estudo técnico para a elaboração do Memorial Descritivo para a Lei Municipal de Criação do Distrito de Peixoto e de proposta comercial para a elaboração do Mapa Municipal Oficial de Ressaquinha.

Minas Gerais tem mais três distritos em sua base da divisão territorial

Distrito de Santana de Piraguara, no município de Senhora de Oliveira

Distrito de Santana de Piraguara, no município de Senhora de Oliveira

10/03/2015  - Foto: Carlos Luciano/IGTEC

No total o Estado soma 1.683 distritos

Mais três distritos foram incorporados à Base da Divisão Territorial de Minas Gerais em fevereiro deste ano. Com esse acréscimo, o Estado passa a somar 1.683 distritos em seus 853 municípios.

A equipe da Diretoria de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial esteve, no ano passado, nos municípios de Juruaia, no Sul de Minas, e Senhora de Oliveira, na Zona da Mata, para fazer o estudo técnico que, entre outros aspectos, define os limites dos distritos. É esse texto que, em seguida, vai para votação na Câmara Municipal, seguindo o estabelecido na Lei Complementar Estadual nº 37, de 18/01/95, e no Artigo 18 da Constituição Federal.

Em Juruaia foi criado o distrito de Mata do Sino, conforme publicado na Imprensa Oficial em 10/12/2014. Já o município de Senhora de Oliveira ganhou os distritos de Prudentes e de Santana de Piraguara, cujas publicações ocorreram no Diário Oficial em 24/02/2015.

O material está disponível para download por meio do link: http://www.iga.mg.gov.br/IEDE.



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