Ajuda | Mapa do Site | Fale Conosco | Acessibilidade | FAQ   | | |

Site do IGA


Documento sem título

Profissionais do IGTEC recebem estudantes de Engenharia de Agrimensura durante visita técnica

Array

Uso de óculos especial 3D permit ver a estereoscopia nos modelos de fotografias aéreas

20/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

Grupo viu como são aplicados os conceitos aprendidos na faculdade, conheceu melhor a instituição e ouviu opinião sobre o mercado de trabalho

Sensoriamento Remoto e Aerofotogrametria aplicados ao trabalho feito no Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC). Com esse intuito, um grupo de estudantes de Engenharia de Agrimensura da Faculdade de Engenharia de Minas Gerais (Feamig) participou de uma visita técnica ao órgão do Estado, no dia seis de novembro. Durante as conversas com os profissionais da instituição, os alunos do 6º período verificaram como as tecnologias são utilizadas no dia a dia, esclareceram dúvidas e também ouviram a opinião sobre o mercado de trabalho.

Há seis meses no Setor de Limites do IGTEC, tendo antes passado pelo Setor de Fotogrametria como bolsista de Iniciação Científica da Fapemig, a aluna Kelly Dayse de Sousa Fonseca afirma que o “ganho foi duplo”. “Ganhei tanto para a disciplina e também conheci mais sobre o local onde trabalho. Foi uma oportunidade de compreender como funciona a Infraestrutura Estadual de Dados Espaciais (IEDE), navegar pelo Geoportal MG3D e conhecer melhor o projeto de mapeamento da RMBH em escala 1:10.000”, comenta. Para ela, ficou claro como a utilização da aerofotogrametria auxilia o Setor de Limites. “O uso das ortofotos é crucial quando é necessário fazer uma análise histórica de um local específico ou quando a folha da carta apresenta algum erro, quando a escala existente na folha da carta não consegue atender a precisão da demanda ou quando temos dúvidas ou erros cartográficos existentes nestas folhas”, observou. 

Sobre sensoriamento remoto, o grupo recebeu explicações do Doutor Marcelo de Ávila Chaves, pesquisador no assunto e coordenador de projetos de pesquisa. O engenheiro agrônomo, que também é professor, apresentou o conceito de sensoriamento remoto e mostrou alguns softwares com os quais trabalha e de onde é possível baixar imagens.

Já durante o bate-papo com José Fernando de Castro Bolívar, responsável pela avaliação de todo o material aerofotogramétrico que chega ao IGTEC, os acadêmicos constataram a importância do trabalho desse profissional, sobretudo na análise mais apurada dos limites intermunicipais, sempre que há alguma dúvida em relação às linhas seccionais.  O grupo também pode visualizar na tela do computador, com o uso de óculos especial 3D, a estereoscopia nos modelos de fotografias aéreas, o que resulta em produtos ortorretificados. “As aerofotos ainda são uma ferramenta com qualidade superior às outras técnicas quando temos situações que exigem elevada precisão e acurácia”, disse Bolívar.

Por fim, a diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial, Aliane Baeta, falou sobre o trabalho institucional do IGTEC, reforçando para os estudantes as atribuições legais do instituto. Conforme sua visão, em relação ao trabalho do agrimensor, o que deve ser priorizado é a preocupação com a qualidade  posicional do produto, acrescentada à qualidade da resolução original da imagem. “O agrimensor é responsável pela qualidade posicional do produto de sensoriamento remoto, tendo como função fornecer os dados de acurácia posicional dos mesmos, buscando ajustá-los à verdade terrestre, utilizando as tecnologias de posicionamento mais avançadas disponíveis no mercado”, ensinou.

Para o estudante Willians Fernandes, foi uma grande contribuição o tempo que os profissionais do IGTEC se dedicaram a esclarecer dúvidas e repassar o conhecimento que têm. “Foi bem proveitosa nossa visita técnica, não imaginava que conseguiríamos trabalhar com tanta precisão. Ficou claro para mim também que infelizmente muitos se preocupam só com a nitidez das imagens, mas temos que ser honestos e enfatizar o posicional, se a imagem está ou não na acurácia desejada”, afirmou.

Trabalho do IGTEC contribui para ampliação do Programa Minas Comunica II

Igreja do Rosário, no distrito de Milho Verde (Serro): Localidade  foi contemplada pelo programa

Igreja do Rosário, no distrito de Milho Verde (Serro): Localidade foi contemplada pelo programa

14/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

A criação de distritos, atribuição exclusiva do instituto, possibilita aos moradores dessas localidades receberem sinal de telefonia celular

O sinal de telefonia celular já chegou a 175 distritos de Minas Gerais e, até o final do ano, a previsão é que outros 171 contarão com o serviço, graças ao Programa Minas Comunica II. O Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) contribui com o projeto ao elaborar o estudo técnico para a criação dos distritos, atribuição exclusiva da entidade no Estado, estabelecida em lei.  Esses 346 distritos, distribuídos em todas as regiões mineiras, representam 50% das localidades que serão beneficiadas pelo Governo de Minas.

O projeto vai contemplar, no total, 692 distritos e tem conclusão prevista para março de 2016, dois anos após a assinatura do termo de compromisso com a Vivo/Telefônica, abrangendo cerca de 1,17 milhões de pessoas. Coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), com apoio da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), o programa tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e promover o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Segundo a diretora de Ciências Geodésicas e Ordenamento Territorial do IGTEC, Aliane Motta Baeta, o Minas Comunica II utilizou os dados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Naquela época, as sedes distritais – chamadas de vilas – foram recenseadas como áreas urbanas, já se tendo, assim, os dados da população que demanda sinal de telefonia móvel.  Aliane explica que, após o censo, Minas Gerais criou mais 41 distritos. Assim, o IGTEC informou à Governança Eletrônica da Seplag os distritos que foram sendo criado paralelamente à vigência do programa Minas Comunica II, para que essas vilas recém-criadas também pudessem compor a listagem dos distritos contemplados pelo programa”, afirma.

Incrementos na economia e nos serviços

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, destaca que o acesso à telefonia móvel beneficia diretamente quem mora ou trabalha nos distritos. “Saúde e segurança ganham em acessibilidade. Serviços públicos do Governo de Minas, disponíveis por meio o 155 e pela internet, por exemplo, também ficam mais acessíveis, e o sinal representa ainda mais oportunidade de renda para os distritos”, afirma a secretária.

Milho Verde, distrito de Serro, na região do Alto Jequitinhonha, foi uma das localidades que receberam sinal de telefonia móvel 3G nesta etapa do projeto. Com pouco mais de mil habitantes, o local é conhecido pelas belezas naturais e históricas, tendo como principal atividade o turismo. Para o proprietário de um restaurante tradicional do distrito, Sérgio Luiz Nepomuceno, toda forma de comunicação é bem-vinda. “Com a chegada da telefonia móvel em Milho Verde, as relações com clientes e fornecedores foi facilitada”, ressalta ele.

Os investimentos previstos somam R$ 112,43 milhões, uma economia de 18,76% se comparado ao valor de referência fixado em R$ 138,4 milhões. Os recursos são aplicados por meio de concessão de Crédito Outorgado de ICMS, vinculados à instalação de estações de rádio base (ERBs) de suporte ao Serviço Móvel Pessoal e ao funcionamento. O programa não atinge as comunidades ou aglomerados não elevados à categoria de distrito.

Na segunda etapa do Minas Comunica, além de estender o serviço para os distritos, a operadora Vivo oferece tecnologia mínima 3G (padrão UMTS). A transmissão de dados tem capacidade de suportar velocidade de, no mínimo, 1 (um) Mbps, em condições normais de operação. A oferta de mobilidade e roaming também é obrigatória, em conformidade com as regras da Anatel e a operadora deverá oferecer planos pré e pós-pagos. Marilândia, distrito de Itapecerica, que fica na região Centro-Oeste de Minas, foi o primeiro a receber o sinal por meio do Minas Comunica II.

Parceria com as prefeituras

Antes da implantação, a empresa responsável pelo serviço, Vivo/Telefonica, protocola o atendimento em cada prefeitura a ser beneficiada, estabelecendo uma parceria para a execução dos serviços.  “Após a instalação dos equipamentos, é iniciado o processo de certificação das antenas pelo Governo de Minas”, afirma o diretor da Superintendência Central de Governança Eletrônica (SCGE), da Seplag, Rodrigo Diniz. Ele explica que o serviço é certificado por técnicos e engenheiros do Departamento de Telecomunicações (Detel), Rede Minas e Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab Minas).

Minas Comunica I

Em abril de 2007, foi lançada a primeira edição do programa que beneficiou diretamente cerca de 2,5 milhões de pessoas em 412 sedes de municípios que, até então, não contavam com o serviço de telefonia celular e transmissão de dados. Em agosto de 2008, o programa já tinha cumprido a meta e oferecido sinal de telefonia celular para 100% das cidades mineiras.

Comissão de Ética do IGTEC promove encontro para servidor refletir sobre atitudes no trabalho

Evento foi uma das ações programadas pela Comissão de Ética em 2014

Evento foi uma das ações programadas pela Comissão de Ética em 2014

10/11/2014  - Foto: Ascom/IGTEC

Conceito de ética e sua aplicação no serviço público foram tema de palestra

Um momento de pausa na rotina de trabalho para integração e reflexão sobre a conduta no ambiente profissional. Assim foi o “Café com Ética”, evento organizado pela Comissão de Ética do IGTEC, com o apoio da direção geral, ocorrido no dia 16 de outubro, na Cidade Administrativa.  A secretária-executiva do Conselho de Ética Pública do Estado de Minas Gerais (Conset), Iara Vieira Veloso Pinheiro, foi convidada para conduzir a palestra “Ética no Serviço Público”, na qual discorreu sobre os conceitos de ética e moral, pontuou valores e princípios do ser humano, fez referência à legislação sobre o assunto e chamou a atenção para as sanções às quais o servidor público está sujeito, como advertência e censura.

Para Iara Pinheiro, entre os princípios e valores éticos, a integridade merece destaque porque, ao se dedicar de forma “inteira” no trabalho, o servidor se esforça fazer o melhor que pode. “A pessoa íntegra age de forma equilibrada e coloca-se inteiramente no que faz”, diz a secretária-executiva, que reforça seu pensamento valendo-se de uma frase do psiquiatra Carl Gustav Jung: “Não é a perfeição que eu espero de você, mas a totalidade”.

Especificamente sobre a conduta ética do servidor público, Iara Pinheiro sugere como exercício diário a autovigilância e a consciência de que a ética no serviço público é diferente da ética na vida privada. Para ela, todo agente público, de qualquer nível, recebe algum poder. “Esse poder não é pessoal, é institucional e exclusivo para realizar o serviço público. Tem o significado de dever”, enfatiza.

O diretor de Planejamento, Gestão e Finanças do IGTEC, Alexandre Moreira Vertelo, ressalta a importância de eventos que promovam a integração dos funcionários e provoquem reflexões. “Especificamente em relação à palestra achei muito esclarecedora, pois contribuiu para desmitificar o papel da Comissão de Ética, além de trazer pontos importantes para pensar”, afirma.

A opinião é compartilhada por outros servidores da instituição. Segundo o auditor-seccional Euler Lôbo, por mais que as instituições pratiquem a ética, não há como ela existir sem o envolvimento das pessoas. “Cabe a cada um fazer a sua parte, exercendo a ética em toda sua plenitude, na vida privada e na vida pública, cobrando o mesmo comportamento de todos. Somente assim teremos uma sociedade mais justa”.

Já a coordenadora financeira Cláudia Rodrigues acrescenta que eventos assim se enquadram na categoria de “gestão de pessoas”, fundamental, de acordo com ela, para melhorar a qualificação profissional e a relação empresa/empregado”. “As palestras da secretária-executiva do Conset são muito claras, objetivas e fazem os funcionários refletirem para mudarem o comportamento dentro do ambiente de trabalho, sendo assim, resulta em um crescimento profissional tanto para as pessoas como para a instituição”. E para a pesquisadora Carla Pittella, da Diretoria de Pesquisa e Gestão de Tecnologias, “tão importante quanto o assunto foi a oportunidade de contribuir com o grupo e conhecer um pouco mais os colegas”.

Conceitos e ferramentas para utilização das geotecnologias são tema de curso no IGTEC

Curso teve o propósito de nivelar o conhecimento dos pesquisadores do instituto

Curso teve o propósito de nivelar o conhecimento dos pesquisadores do instituto

10/11/2014  - Foto: Reprodução/Prefeitura Serro

Oito servidores participaram do treinamento financiado pela Fapemig

Como aplicar dados geoespaciais em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) de plataformas livres? Esse foi um dos conteúdos do Curso Infraestrutura de Dados Espaciais (IED), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), durante os dias 6 a 10 de outubro. Aos pesquisadores do Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC) também foram apresentados os conceitos essenciais em geotecnologias, além de tópicos em IED. 

A consultora de geoprocessamento do IGTEC, engenheira eletricista Marília Markus, disse que o treinamento se fez necessário para o nivelamento do conhecimento entre os pesquisadores egressos da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), que hoje compõem o quadro de servidores do IGTEC. “Capacitamos os participantes nos conceitos e ferramentas que integram o conjunto das geotecnologias, necessários ao entendimento e utilização da Infraestrutura Estadual de Dados Espaciais (IEDE), estabelecida no Decreto 45.394, de junho de 2010, sobe a responsabilidade do IGTEC”, afirma. 

Participaram do treinamentos os pesquisadores Alessandra Aguiar da Silva Melo, Carla Pittella, Cláudio Cançado, Éder Silva, Iêda de Oliveira Ferreira, Lincoln Diniz Carvalho, Luiz Carlos Pataca e Vander Ferreira Rodrigues.

 



CSS válido!

<

IGTEC | Rod.Pref Américo Gianett,s/nº - Prédio GERAIS, 8° and. - Serra Verde - 31630-901 Belo Horizonte - MG Todos direitos reservados. Aspectos Legais e Responsabilidades